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Estudantes conhecem produção de derivados do babaçu em visita técnica

Turmas do 2º ano do curso de Meio Ambiente visitaram a empresa Florestas Brasileiras S.A., situada em Itapecuru-Mirim.
  • Assessoria de Comunicação, com informações do campus
  • publicado 08/10/2019 13h43
  • última modificação 08/10/2019 13h44

Nos dias 23 e 25 de setembro, as duas turmas do 2º ano do curso técnico em Meio Ambiente do Instituto Federal do Maranhão (IFMA) Campus Itapecuru-Mirim realizaram uma visita técnica à empresa Florestas Brasileiras S.A., localizada na Rodovia BR 222, em Itapecuru-Mirim. A empresa atua no ramo de florestas de palmeiras de babaçu, produzindo óleos, carvão, biomassa e tortas (farelo da amêndoa), de forma sustentável e não poluente.

A visita foi coordenada pelo professor Reginaldo Garcês Silva, que ministra a disciplina Geografia II para as turmas, e teve como objetivos acompanhar os processos produtivos da empresa e conhecer melhor a atividade industrial realizada na cidade de Itapecuru-Mirim. Durante a atividade, os estudantes puderam observar diversas etapas da produção de derivados do coco babaçu. Na chegada, foram recepcionados pelo mecânico industrial nível 1 Hernani José dos Santos, que apresentou à comitiva os diferentes espaços da fábrica: áreas de estoque e amassamento, moenda, fornalha e linha da farinha e fibra, onde o coco passa por um moinho de facas adaptado para triturar a fibra e separá-la. Em seguida, a farinha é levada para uma secadora de amêndoa e passa por uma espécie de tubo que a separa de acordo com três espessuras (150, 180 e 200 mm). Uma amostra do produto é enviada para a Universidade Federal do Maranhão (UFMA), que faz análises laboratoriais num prazo de 15 dias, em média, indicando se a farinha está apta para o consumo tanto animal, através das rações, quanto para o consumo humano. Depois, o produto é armazenado em sacos de 30 L e de 300 g para venda, com validade de seis meses.

Para a produção do óleo, segue-se uma outra linha onde a amêndoa é lavada e depois passa por diferentes processos: salmoura, secadora, e prensa, até que o óleo saia e seja filtrado, sendo o produto de grande valor e utilizado na produção de cosméticos e sabão. O que foi prensado é chamado de torta e é utilizado para fazer ração de porco e cabra.

Os alunos tiveram acesso também ao laboratório, onde o químico da empresa trabalha realizando testes de acidez, testes na farinha, teste na produção de sabão para verificar a qualidade do óleo, bem como testes de fusão do óleo.  A empresa também está desenvolvendo agora uma área para a produção de carvão vegetal.

“A visita foi muito proveitosa e nos levou a perceber a importância dessa fábrica na cidade de Itapecuru-Mirim. A empresa é a única no Brasil a explorar o coco babaçu nessa magnitude. Fomos muito bem guiados durante a visita técnica. Não há muito o que dizer, além do fato de que realmente pudemos ver de perto como funciona uma fábrica”, destacou a aluna Scarleth Patrícia.

“A visita técnica representa uma maneira de abordar melhor o assunto ‘atividade industrial’ fora da sala de aula. A atividade foi super didática e extremamente proveitosa. Agradeço ao gerente geral, Ronaldo Rui Meireles, que foi super receptivo com a instituição, abrindo as portas da empresa”, destacou o professor orientador da visita, Reginaldo Garcês.

A aluna Stephany Luanny enfatiza ainda o papel da empresa na geração de emprego e renda para o município. “Isso é algo que dinamiza a economia local e ainda abre para a comunidade no quesito compra e venda. Além disso, a equipe foi bastante receptiva”, pontuou a estudante.

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